
O nível do Rio Negro voltou a subir rapidamente e deixou novamente em alerta as cidades de Mafra, em Santa Catarina, e Rio Negro, no Paraná.
Na manhã desta quarta-feira, dia 7 de outubro, o nível do rio chegou a 5 metros e 73 centímetros, conforme os dados de monitoramento da Copel. A marca chama a atenção principalmente pela velocidade com que o rio vem subindo nas últimas horas.
Na madrugada e durante a manhã, a elevação continuou de forma significativa. Desde as 4 horas da manhã de terça-feira, quando o nível estava em 3 metros e 34 centímetros, o Rio Negro subiu 2 metros e 39 centímetros em aproximadamente 27 horas.
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A situação também chama atenção pela velocidade da elevação nas últimas horas. Em apenas três horas de monitoramento, o nível aumentou cerca de 38 centímetros. Entre 6 e 7 horas da manhã desta quarta-feira, foram mais 11 centímetros de elevação.
Com o rio se aproximando da marca dos 6 metros, a preocupação volta a aumentar entre moradores das áreas mais próximas das margens e em pontos historicamente afetados quando o nível do Rio Negro sobe.
As equipes da Defesa Civil acompanham a situação e permanecem atentas à evolução do nível da água e aos possíveis impactos nas áreas de risco.
A elevação ocorre em um período de instabilidade climática na região, o que reforça a necessidade de acompanhamento constante das condições do rio e das previsões para as próximas horas.
A orientação para os moradores de áreas que costumam ser atingidas pela água é ficar atentos aos comunicados oficiais da Defesa Civil e, diante de qualquer orientação de segurança, seguir imediatamente as recomendações das equipes responsáveis.
O Rio Negro é monitorado constantemente, e a evolução do nível pode variar de acordo com o volume de chuva registrado na região e também com a chegada de água de áreas localizadas rio acima.
A situação permanece sob acompanhamento em Mafra e Rio Negro, principalmente diante da possibilidade de o rio continuar subindo e se aproximar ainda mais da marca dos 6 metros.
As informações são do Riomafra Mix, com base nos dados de monitoramento da Copel.




